segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Região - Corpo de vítima de acidente na BR só poderá ser enterrado após DNA

A angústia da família do jovem morto no acidente, que envolveu um Peugeot e um ônibus da Viação Águia Branca neste domingo (25/08), em Campos, ainda pode ser longa. Apesar das evidências, devido ao corpo ter sido carbonizado na colisão, não há condições de se fazer o reconhecimento do mesmo. 
Familiares de A.M., 24 anos, estiveram na manhã desta segunda-feira (26/08), no Instituto Médico Legal (IML) de Campos, onde foi constatada a impossibilidade do reconhecimento e tomaram ciência do procedimento a ser adotado para a liberação dos restos mortais. Eles foram orientados a darem entrada em um pedido de exame de DNA para comprovar que trata-se da pessoa, e só após o resultado positivo, é que o corpo poderá ser liberado.
A família não informou se entrará com alguma ação na Justiça para fazer o sepultamento antes da divulgação do resultado.  
O ACIDENTE
Um ônibus da Viação Águia Branca, que fazia a linha Salvador-Rio e um Peugeot bateram e pegaram fogo, por volta das 13h30m deste domingo (25/08). O acidente aconteceu em uma curva no km 97 da BR-101, em Caxeta. O motorista do Peugeot, um jovem de 24 anos, morreu carbonizado. No primeiro momento chegou-se a pensar que teriam mais mortos no carro de passeio, o que foi descartado. Com a colisão o carro foi parar embaixo do ônibus.
Segundo a perícia o carro de passeio atingiu a lateral esquerda do ônibus e depois foi arrastado para frente, os dois veículos pegaram fogo. O incêndio começou no Peugeot e rapidamente atingiu a parte da frente do ônibus. Quando o motorista do ônibus conseguiu parar, os passageiros desesperados conseguiram sair quebrando os vidros do coletivo. Muitos perderam a bagagem com o incêndio.

Postado por: CLÍCIA CRUZ

Fonte: URURAU